sábado, outubro 02, 2010








Um amor que não pode ser considerado eterno porque ele é agora, ele é amor todos os dias. Não é aquele amor perfeito dos comerciais de margarina, é o amor humano, todo cheio de erros, acertos e a bendita compreensão. Um amor sem grandes dramas mexicanos e tão pouco sem enredo de sitcon americano. Um amor sem script. Sem roteiros pré estabelecidos e falas ensaiadas. Aquele amor que se desenrola a cada suspiro. Esse amor de ações e não de juras. Amor de bom dia com a vontade de que o dia seja realmente bom. Amor de saudade do cotidiano. Amor sem urgências e precipitações. Amor calmo, terno, seguro e colorido delicadamente com a maciez de um giz de cera. Amor divertido, recheado de piadas internas e apelidos estratégicos. Amor de bico que se dissolve em risada. Amor de abraço verdadeiro. De mordidas carinhosas. De ofensas cômicas. De confidências trocadas. De apoio mútuo. De estrada construida feita pra caminhar à dois.

Tijolos amarelos? Talvez.
"Não há lugar como nosso lar"

De tão amor, amor possível.


Pra nós,

2 comentários:

Nadine disse...

Jans, adoro as coisas que você escreve... rs

Jacke disse...

Nossa Nossa Fer!
Quanto amor hein...
lindoo o que você escreveu!!!

Felicidades sempre ao casal
:)