domingo, novembro 22, 2009


Ontem foi aniversário da Paty, vulgo Patrícia-Maria. E eu bem sei que esse nome dispensa qualquer apresentação pra quem me conhece, lê esse blog ou sabe qualquer coisa que seja sobre mim. E ela merece tanto do meu amor, que em palavras só me resta escrever o tanto que já fomos patéticas, imbecis, chiliquentas, pasteis, choronas, desesperadas, dramáticas, fodonas, felizes e todas outras possibilidades juntas. Sempre.


Das meias listradas aos pés do meu pai. Passando por Gian e Giovani e suas metáforas que não eram metáforas e a descoberta de que eles nunca foram sacadinhos, por sinal. Dos mesmos segredos maiores do universo contados 3 vezes por semana por puro medo de termos esquecido de confidenciar uma com a outra. Das adivinhações que causavam medo no início e que viraram obviedades com o tempo. Das brigas forjadas pra animar o recinto e das brigas verdadeiras que ninguém botava fé. Da nossa não-credibilidade afinal. E de toda uma geração de meninas em busca do sucesso que se espelharam em nossa época de mais fodonas e sacadinhas do pedaço e que agoram nos detestam por termos passado juntas e inteiras por essa fase. Sempre estivemos um passo a frente dos planos do mundo. Fato.De todos os dramas, exageros, e "foderências", restou apenas o amor. O amor maior do universo por uma mulher que, de um jeito ou de outro, consegue estar presente em todos os grandes momentos da minha vida. Talvez a única.


Eu te amo, rainha.




Um comentário:

Paty disse...

Eu te amo. E não canso de dizer.