Família Corinthiana,
A hora é de guerra, como tantas vezes se viu acontecer desde 1910.
Dia desses uma conselheira das biscatinhas alienadas atravessou a votação. Não irei adiante em explanações nesse sentido, enfim
É dever nosso, Família Corinthiana, DEFENDER O CORINTHIANS.
E mais ainda, defendendo o CORINTHIANS estaremos defendendo o POVO DA ZONA LESTE.
Muita demagogia está sendo praticada nessa discussão falaciosa a respeito de isenção fiscal e empréstimo através do BNDES.
Nesse segundo item, a anticorintianada MENTE ao dizer que o CORINTHIANS estaria usufruindo de dinheiro público. E isso é a mentira deslavada para pegar trouxa desavisado, posto que, todo empresário que pega empréstimo no BNDES tem que DEVOLVER o dinheiro - COM JUROS.
Por isso, quem vai pagar o empréstimo é a FIEL TORCIDA, no usufruto de um Estádio construído em área carente da cidade, pagando ingresso e utilizando os mais variados serviços que ali serão disponibilizados (GERANDO IMPOSTO e fazendo o município engordar seu cofrinho).
Sobre a isenção de impostos, é importante frisar que, os hipócritas e demagogos da anticorintianada de plantão são levianos ao "cobrarem" "isonomia" no tratamento, por exemplo, do município para com um estádio que nada gera para uma área nobre da cidade (e são dois "estádios" que entram nesse quesito: o antiestádio do privadão, e o chiqueiro destruído).
O Estádio do Corinthians se localiza no CORAÇÃO DA ZONA LESTE, e sua área de abragência quanto à influência econômica que fomentará, nesta área da cidade esquecida pelo poder público desde sempre, nesta área esfolada pela burguesia tratante, é nada menos que um raio de DEZ QUILÔMETROS de seu entorno. Um diâmetro de VINTE QUILÔMETROS.
Isso corresponde do Tatuapé até Ferraz de Vasconcelos, de Guarulhos até Mauá. E nisto tudo está Penha, Vila Matilde, Vila Formosa, etc, etc, etc.
Ou seja, ONDE ESTÁ O POVO que trabalha e faz a economia dessa cidade acontecer de verdade.
Perto do que vai gerar, quando estiver em funcionamento, o montante "abatido" para a construção do Estádio do Corinthians É DINHEIRO DE PINGA.
Isenção fiscal é direito do Povo da Zona Leste, é direito de quem está fomentando a economia do Povo da Zona Leste, e É DEVER DO ESTADO.
Portanto, babaca que "chia" por causa disso é um demagogo hipócrita e participa de uma doença da alma que é a anticorintiania doentia (a inveja é o pior dos pecados, o mais diabólico; e quem odeia o AMOR AO CORINTHIANS é tão malévolo a si mesmo quanto o próprio satanás poderia ser à sua carcaça sem alma).
Para que ninguém duvide de nada, além de ler a NOTA OFICIAL DO CLUBE, leia essa matéria: "Estudo prevê ganho de R$ 31 bi com estádio até 2020."
A GUERRA não é "apenas" PELO CORINTHIANS, mas pelo POVO DA ZONA LESTE.
Imaginem se o Cidadão do Lado Leste pudesse trabalhar em seu bairro mesmo, sem precisar atravessar a cidade (e sem superlotar o transporte público, como por exemplo o Metrô da linha vermelha). Imaginem se a ZONA LESTE, também por conta do Estádio da República Popular do Corinthians, SE EMANCIPASSE, finalmente!
A burguesia da Zona Sul e da Zona Oeste teriam que pagar mais a seus funcionários. Até os bares e restaurantes perderiam clientes, pois o Povo da Zona Leste permaneceria em seus bairros, com a economia girando em torno dele mesmo.
Ah, burguesia... O CORINTHIANS SEMPRE VAI VENCER essa mesquinharia, essa mixórdia com que a elite tacanha e usurpadora do poder público corrompido sempre agiu perante NOSSO POVO.
E se há um estádio rentável a acontecer no mundo, este não é o de algum timinho inglês, espanhol ou italiano, a custos europeus exorbitantes, mas o Estádio de Itaquera, muito barato perto do que ele proporcionará AO POVO.
E se há uma obra da qual será praticamente impossível desviar verbas, essa é a obra do Estádio de Itaquera. Não porque a mídia abutre vai ficar inventando mentiras e maldizendo, até que esteja pronto, mas porque NENHUMA AUDITORIA É MAIS COMPETENTE QUE A PRÓPRIA FIEL TORCIDA.
É GUERRA, FAMÍLIA CORINTHIANA!
É GUERRA, como sempre foi GUERRA, desde 1910.
É GUERRA PELO POVO!
É A ETERNA GUERRA DO CLUBE DO POVO, contra essa gentalha detratora, contra o poder público corrompido pela elite escravocrata, e se a UNIÃO DO POVO acontecer desde já, de forma contundente e sem precedentes (a Revolução Corinthiana Permanente de 1913 se orgulharia disso), arrisco dizer que nem a famigerada Copa do Mundo irá destruir nosso Futebol.
O medo da anticorintianada é que o CORINTHIANS não permita a morte de nosso Futebol, também - e este é o recado para a anticorintianada mais "consciente", menos imbecil, mas ainda assim, anticorintianada doentia.
É GUERRA!!!
PELO CORINTHIANS, PELO POVO, COM MUITO AMOR, ATÉ O FIM!!!
Do blog "Anarcorinthians".
domingo, junho 26, 2011
domingo, junho 19, 2011
Eu adoro quando você toma a frente das situações e paga os micos no meu lugar.
Adoro quando você passa um frio do cacete só pra seguir a risca as minhas superstições.
Adoro quando você passa dos limites na bebida e quer me obrigar a gostar do som dos anos 80.
Adoro quando você chega em casa quase meia-noite, liga a tv todo animado pra ver um filme e dorme 5 minutos depois que o filme começa.
Adoro quando você aparece como coadjuvante na TV e fica zangado quando eu mostro o vídeo pra todo mundo.
Adoro lembrar de todas essas coisas quando você está longe e soltar aquela risada gostosa e safada que perdeu o som diante de todas as outras pessoas do mundo que não sejam você.
Fim de semana doce de casal feliz. Um beijo.
Adoro quando você passa um frio do cacete só pra seguir a risca as minhas superstições.
Adoro quando você passa dos limites na bebida e quer me obrigar a gostar do som dos anos 80.
Adoro quando você chega em casa quase meia-noite, liga a tv todo animado pra ver um filme e dorme 5 minutos depois que o filme começa.
Adoro quando você aparece como coadjuvante na TV e fica zangado quando eu mostro o vídeo pra todo mundo.
Adoro lembrar de todas essas coisas quando você está longe e soltar aquela risada gostosa e safada que perdeu o som diante de todas as outras pessoas do mundo que não sejam você.
Fim de semana doce de casal feliz. Um beijo.
domingo, junho 12, 2011

Somos o casal mais feliz do planeta.
Porque nunca desistimos de correr atrás dos nossos sonhos. Porque, apesar dos pesares, ainda nos olhamos todo os dias e nos enxergamos, como da primeira vez. E porque se, aos 90 anos, pudessemos voltar no tempo, nos escolheríamos novamente e novamente e novamente...
Eu não acredito em anjos, mas "amém".
domingo, maio 22, 2011
Tô meio bestinha hoje,

Só ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses,
todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder com chapinhas, peitos falsos, bundas falsas, bebidas, poses, frases de efeito, saltos altos, maquiagem e risadas altas. Ninguém nunca me viu tão nua e transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente.
Só ele viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo
desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.
Tati Bernardi, acho.
Só ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses,
todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder com chapinhas, peitos falsos, bundas falsas, bebidas, poses, frases de efeito, saltos altos, maquiagem e risadas altas. Ninguém nunca me viu tão nua e transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente.
Só ele viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo
desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.
Tati Bernardi, acho.
sábado, maio 21, 2011
Carpinejar me deu um soco no estômago essa manhã,
Mãe não tem igual. Eu não dormia fácil de pequeno, com aquele resmungo de cólica. Minha mãe me carregava no colo, me segurava pela barriga, e não me aquietava. Recusava bico, leite, conforto espiritual. Desdenhava da cama, do móbile, do carrinho, do andador. Aflita, ela pegava o carro e me levava para passear de madrugada. Na terceira quadra, me entregava ao sono. O carro foi meu segundo ventre. Até hoje quando sento no banco de trás, eu fecho docemente as pálpebras. É o único lugar em que fico em silêncio.
Não me apresentei: sou o filho preferido de minha mãe. Meus irmãos também acham que são os filhos preferidos. Ela criou todo filho como se fosse único. Para cada um separava uma cantiga de ninar e um segredo. "Não conta para ninguém, tá?", ela me alertou. Como eu não falei para meus irmãos, nem meus irmãos falaram para mim, ninguém sabe qual o segredo que é meu, qual o segredo que é deles. Vários segredos juntos formam um mistério. É um problema quando estamos reunidos. Eu acho que ela cozinhou para mim, os outros também acham. É um problema quando estamos longe. Eu acho que ela só ligou para mim, os outros também acham.
Ela reclama imensamente de mim, nunca está satisfeita com o que eu faço. Penso que somente reclama de mim, reclama da família inteira na mesma proporção. Assim como divide um doce de forma igual. Assim como divide o pão em fatias gêmeas. Mãe não tem dedos, tem régua. Reclamar é sua lista de chamada. Reclamar é um jeito disfarçado de sentir saudade. No fundo, torce para que eu me distraia de uma de suas regras. Ela aponta a louça para lavar, e logo limpa a pia. Ela pede uma carona, vou me arrumar, já tomou um táxi. Nunca pede duas vezes. Ou ela é rápida demais ou eu demoro. Na verdade, ela é rápida demais e eu demoro.
Mãe é gincana. É agora ou nunca. Nem invente de responder nunca para ela. Sua reclamação tem virtude, sua reclamação é um quarto privativo, reclama só para mim. Para os demais, me torna muito melhor do que sou. Não me elogia para mim porque não quer me estragar. Tem esperança de que não me estraguei. Ela vibra quando encontra algo que não fiz. Inventa necessidades para ser reconhecida. Atrás da mínima palavra, pergunta se eu a amo. Ela escreve isso com os olhos, eu leio isso em seus lábios.
O que a mãe mais teme é ser esquecida. Não tem como: mãe é a memória antes da memória. É a nossa primeira amizade com o mundo. O que parece chatice é cuidado. Cuidado excessivo. Cuidado a qualquer momento. Cuidado a qualquer hora, ao atravessar a rua, ao atravessar um namoro. Para o nosso bem, repete conselhos desde a infância. Para o nosso bem.
Repetir o amor é aperfeiçoá-lo.
Mãe não cansa de nos buscar na escola, mesmo quando não há mais escola. Mãe não cansa de controlar nossa febre, mesmo quando não há febre. Mãe não cansa de nos perdoar, mesmo quando não há pecado. Mãe não cansa de nos esperar da festa, mesmo quando já moramos longe. Mãe se assusta por nada e se encoraja do nada. Entende que o nosso não é um sim, que o nosso sim é talvez. Avisa para pegar o último bolinho, o último bife, em seguida arruma uma marmita para o lanche da tarde. Mãe tem uma coleção de guarda-chuvas prevendo que perderemos o próximo. Está sempre com a linha encilhada na agulha e caixinha de botões a postos. Conserva nosso quarto arrumado como se houvesse uma segunda infância. Mãe passa fome no lugar do filho, passa sede no lugar do filho, passa a vida guardando lugar ao filho. Mãe é assim, um exagero incansável. Adora chorar de felicidade nos observando dormir. Minha mãe chorava quando finalmente descansava no carro. Ela sussurrou o segredo, disse que eu era seu filho favorito. Não fofoquei para meus irmãos, não pretendia machucá-los. Eles também não me contaram que eram os favoritos dela.
Mãe é o início de tudo.
Mãe não tem igual. Eu não dormia fácil de pequeno, com aquele resmungo de cólica. Minha mãe me carregava no colo, me segurava pela barriga, e não me aquietava. Recusava bico, leite, conforto espiritual. Desdenhava da cama, do móbile, do carrinho, do andador. Aflita, ela pegava o carro e me levava para passear de madrugada. Na terceira quadra, me entregava ao sono. O carro foi meu segundo ventre. Até hoje quando sento no banco de trás, eu fecho docemente as pálpebras. É o único lugar em que fico em silêncio.
Não me apresentei: sou o filho preferido de minha mãe. Meus irmãos também acham que são os filhos preferidos. Ela criou todo filho como se fosse único. Para cada um separava uma cantiga de ninar e um segredo. "Não conta para ninguém, tá?", ela me alertou. Como eu não falei para meus irmãos, nem meus irmãos falaram para mim, ninguém sabe qual o segredo que é meu, qual o segredo que é deles. Vários segredos juntos formam um mistério. É um problema quando estamos reunidos. Eu acho que ela cozinhou para mim, os outros também acham. É um problema quando estamos longe. Eu acho que ela só ligou para mim, os outros também acham.
Ela reclama imensamente de mim, nunca está satisfeita com o que eu faço. Penso que somente reclama de mim, reclama da família inteira na mesma proporção. Assim como divide um doce de forma igual. Assim como divide o pão em fatias gêmeas. Mãe não tem dedos, tem régua. Reclamar é sua lista de chamada. Reclamar é um jeito disfarçado de sentir saudade. No fundo, torce para que eu me distraia de uma de suas regras. Ela aponta a louça para lavar, e logo limpa a pia. Ela pede uma carona, vou me arrumar, já tomou um táxi. Nunca pede duas vezes. Ou ela é rápida demais ou eu demoro. Na verdade, ela é rápida demais e eu demoro.
Mãe é gincana. É agora ou nunca. Nem invente de responder nunca para ela. Sua reclamação tem virtude, sua reclamação é um quarto privativo, reclama só para mim. Para os demais, me torna muito melhor do que sou. Não me elogia para mim porque não quer me estragar. Tem esperança de que não me estraguei. Ela vibra quando encontra algo que não fiz. Inventa necessidades para ser reconhecida. Atrás da mínima palavra, pergunta se eu a amo. Ela escreve isso com os olhos, eu leio isso em seus lábios.
O que a mãe mais teme é ser esquecida. Não tem como: mãe é a memória antes da memória. É a nossa primeira amizade com o mundo. O que parece chatice é cuidado. Cuidado excessivo. Cuidado a qualquer momento. Cuidado a qualquer hora, ao atravessar a rua, ao atravessar um namoro. Para o nosso bem, repete conselhos desde a infância. Para o nosso bem.
Repetir o amor é aperfeiçoá-lo.
Mãe não cansa de nos buscar na escola, mesmo quando não há mais escola. Mãe não cansa de controlar nossa febre, mesmo quando não há febre. Mãe não cansa de nos perdoar, mesmo quando não há pecado. Mãe não cansa de nos esperar da festa, mesmo quando já moramos longe. Mãe se assusta por nada e se encoraja do nada. Entende que o nosso não é um sim, que o nosso sim é talvez. Avisa para pegar o último bolinho, o último bife, em seguida arruma uma marmita para o lanche da tarde. Mãe tem uma coleção de guarda-chuvas prevendo que perderemos o próximo. Está sempre com a linha encilhada na agulha e caixinha de botões a postos. Conserva nosso quarto arrumado como se houvesse uma segunda infância. Mãe passa fome no lugar do filho, passa sede no lugar do filho, passa a vida guardando lugar ao filho. Mãe é assim, um exagero incansável. Adora chorar de felicidade nos observando dormir. Minha mãe chorava quando finalmente descansava no carro. Ela sussurrou o segredo, disse que eu era seu filho favorito. Não fofoquei para meus irmãos, não pretendia machucá-los. Eles também não me contaram que eram os favoritos dela.
Mãe é o início de tudo.
sábado, abril 23, 2011
Ao melhor presidente que o Corinthians já teve,
Parábens, Juvenal.
Você foi, sem dúvida, o melhor presidente que o Corinthians já teve.
Explico.
Tudo começou quando, cansado de ver a Fiel invadir o Morumbi, você resolveu dar só 10% dos ingressos para os torcedores do Timão. A idéia era ter maioria no próprio estádio. Não dividiria o estádio nunca mais com a Fiel, já que por várias vezes os tricolores eram minoria. Independente do inquilino preferencial, ter 5 das 10 maiores arrecadações do Morumbi, seria o momento de passar por cima do Corinthians.
Seria o momento de fazer valer o projeto do Casares de ter em 10 anos a maior torcida do Brasil.
Na sua imaginação o Corinthians ficaria sem estádio, o Morumbi seria reformado para a Copa de 2014, obras seriam feitas no entorno do Morumbi, o SPFC cresceria 100 anos ante à concorrência, ganharia os maiores contratos de TV, faria os melhores contratos de camisa, mandaria no futebol brasileiro via C13 e com o melhor CT do Brasil a torcida tenderia a crescer.
A idéia era genial.
Só que o inquilino acordou. O inquilino estava mal acostumado com os mimos que recebia. Caiu na real ao notar que estava subsidiando o SPFC. Foi o que bastou. Sem casa para jogar, sem CT, sem poder político no C13 e só com a torcida.
Você viu no que deu, né? Graças a você, Juvenal, nós fizemos um CT muito melhor. Graças a você, nós vamos construir nosso estádio. Graças a você, nós vamos abrir a Copa 2014. Graças a você, nós temos o maior contrato nas camisas. Graças a você, nós temos o maior contrato de TV. Graças a você, implodimos o C13. Graças a você, os outros dirigentes querem criar uma nova Liga com o Andrés como presidente.
Parábens, Juvenal. Você foi o melhor presidente que o Corinthians já teve. A Gaviões está pensando sèriamente em fazer de você o homenageado do próximo carnaval.
Tava no Lance. Numa das crônicas de lá. Não tenho culpa.
Parábens, Juvenal.
Você foi, sem dúvida, o melhor presidente que o Corinthians já teve.
Explico.
Tudo começou quando, cansado de ver a Fiel invadir o Morumbi, você resolveu dar só 10% dos ingressos para os torcedores do Timão. A idéia era ter maioria no próprio estádio. Não dividiria o estádio nunca mais com a Fiel, já que por várias vezes os tricolores eram minoria. Independente do inquilino preferencial, ter 5 das 10 maiores arrecadações do Morumbi, seria o momento de passar por cima do Corinthians.
Seria o momento de fazer valer o projeto do Casares de ter em 10 anos a maior torcida do Brasil.
Na sua imaginação o Corinthians ficaria sem estádio, o Morumbi seria reformado para a Copa de 2014, obras seriam feitas no entorno do Morumbi, o SPFC cresceria 100 anos ante à concorrência, ganharia os maiores contratos de TV, faria os melhores contratos de camisa, mandaria no futebol brasileiro via C13 e com o melhor CT do Brasil a torcida tenderia a crescer.
A idéia era genial.
Só que o inquilino acordou. O inquilino estava mal acostumado com os mimos que recebia. Caiu na real ao notar que estava subsidiando o SPFC. Foi o que bastou. Sem casa para jogar, sem CT, sem poder político no C13 e só com a torcida.
Você viu no que deu, né? Graças a você, Juvenal, nós fizemos um CT muito melhor. Graças a você, nós vamos construir nosso estádio. Graças a você, nós vamos abrir a Copa 2014. Graças a você, nós temos o maior contrato nas camisas. Graças a você, nós temos o maior contrato de TV. Graças a você, implodimos o C13. Graças a você, os outros dirigentes querem criar uma nova Liga com o Andrés como presidente.
Parábens, Juvenal. Você foi o melhor presidente que o Corinthians já teve. A Gaviões está pensando sèriamente em fazer de você o homenageado do próximo carnaval.
Tava no Lance. Numa das crônicas de lá. Não tenho culpa.
Pra muitas coisas eu sou careta e vou ser assim até o fim da vida. Sabe aquela música "tudo que eu gosto é ilegal, é imoral ou engorda"? Já foi o meu hino, hoje eu passo. Tá certo, já fiz coisas ilegais. Imorais. E que engordam. Na verdade, hoje em dia fico só com as que engordam. Isso é perigoso, eu sei. Mas vamos ao ponto principal: Me tornei careta.
Não me drogo (oi, cigarro e café em excesso não entram na minha conta), não saio por aí caindo de bêbada, não danço quase pelada em boate, minha família não têm motivo para ter vergonha de mim. E o principal: eu não tenho motivo para ter vergonha de mim.
Vou falar a verdade (posso?): não curto muito essa galerinha rebelde com ou sem causa. Me cansam. Sinto uma preguiça danada. Tem gente que adora posar de doido, maluquete, rebeldinho, uhu, eu faço e aconteço, minha vida é uma loucura, sou louca, minhas amigas são loucas, nos divertimos horrores, minha vida é uma festa que não tem hora para terminar nunca, é tudo muito surreal e sou o máximo. A vida de ninguém é legal o tempo todo. Não acredite nessas falsidades. Ninguém é tão legal assim, tenha certeza. Eu de vez em quando sou uma escrota desgraçada da porra. Você também deve ser. E tudo bem, assim vamos vivendo e tentando melhorar. Só não me venha com aquele papo de que você é muito isso e muito aquilo, pra mim não cola.
Fico chocada quando vejo as pessoas anunciando aos quatro ventos o quanto adoram a os antidepressivos, são professoras de sexo e blábláblá.
Carentes? Muito.
Sem noção? Com certeza.
Imbecis? Ao extremo.
Certas coisas são só minhas, certas coisas são só suas, certas coisas a gente deixa em um cantinho. Outras tantas ficam só na sala do psiquiatra. Deixa assim, deixa quieto, não sai por aí falando que faz isso ou toma aquilo que não é legal nem cool. O pior de tudo é ver que essa gente tem fãs malucos que dizem amém para tudo. Vergonha, muita vergonha alheia.
A gente acaba acreditando em algumas mentiras. Já ouviu isso antes? Conhece essa história (tenho certeza que sim!). Funciona da seguinte maneira: um dia você diz que é linda ou inteligente. E diz por aí "disseram-que-sou-linda-disseram-que-sou-inteligente". O boato é criado, espalhado mil vezes e vira verdade, mesmo que não seja. Pronto, surgiu o rótulo. E você pode ter cara de traveco ou ser uma baita falsa. Mas vão te achar linda e inteligente. Tem gente que cria boas histórias (e isso rende bons frutos, mas um dia, meu amigo, a máscara desaba.
A turminha descoladex não faz a minha cabeça. Insisto e insisto e insisto nisso. Minha vida é só minha. E a sua devia ser só sua.
Do blog da Clarissa Côrrea. Achei tão "eu escrevendo" que adaptei algumas palavras minhas... Com toda licença poética a autora do texto.
Não me drogo (oi, cigarro e café em excesso não entram na minha conta), não saio por aí caindo de bêbada, não danço quase pelada em boate, minha família não têm motivo para ter vergonha de mim. E o principal: eu não tenho motivo para ter vergonha de mim.
Vou falar a verdade (posso?): não curto muito essa galerinha rebelde com ou sem causa. Me cansam. Sinto uma preguiça danada. Tem gente que adora posar de doido, maluquete, rebeldinho, uhu, eu faço e aconteço, minha vida é uma loucura, sou louca, minhas amigas são loucas, nos divertimos horrores, minha vida é uma festa que não tem hora para terminar nunca, é tudo muito surreal e sou o máximo. A vida de ninguém é legal o tempo todo. Não acredite nessas falsidades. Ninguém é tão legal assim, tenha certeza. Eu de vez em quando sou uma escrota desgraçada da porra. Você também deve ser. E tudo bem, assim vamos vivendo e tentando melhorar. Só não me venha com aquele papo de que você é muito isso e muito aquilo, pra mim não cola.
Fico chocada quando vejo as pessoas anunciando aos quatro ventos o quanto adoram a os antidepressivos, são professoras de sexo e blábláblá.
Carentes? Muito.
Sem noção? Com certeza.
Imbecis? Ao extremo.
Certas coisas são só minhas, certas coisas são só suas, certas coisas a gente deixa em um cantinho. Outras tantas ficam só na sala do psiquiatra. Deixa assim, deixa quieto, não sai por aí falando que faz isso ou toma aquilo que não é legal nem cool. O pior de tudo é ver que essa gente tem fãs malucos que dizem amém para tudo. Vergonha, muita vergonha alheia.
A gente acaba acreditando em algumas mentiras. Já ouviu isso antes? Conhece essa história (tenho certeza que sim!). Funciona da seguinte maneira: um dia você diz que é linda ou inteligente. E diz por aí "disseram-que-sou-linda-disseram-que-sou-inteligente". O boato é criado, espalhado mil vezes e vira verdade, mesmo que não seja. Pronto, surgiu o rótulo. E você pode ter cara de traveco ou ser uma baita falsa. Mas vão te achar linda e inteligente. Tem gente que cria boas histórias (e isso rende bons frutos, mas um dia, meu amigo, a máscara desaba.
A turminha descoladex não faz a minha cabeça. Insisto e insisto e insisto nisso. Minha vida é só minha. E a sua devia ser só sua.
Do blog da Clarissa Côrrea. Achei tão "eu escrevendo" que adaptei algumas palavras minhas... Com toda licença poética a autora do texto.
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